Ganhar o quê com a perseverança?

24 fev

Enquanto estamos em meio a uma batalha ou luta da vida, é muito comum que percamos de vista o valor que existe na perseverança. Em certos momentos, parece que o desânimo é maior que o desejo de vencer. Na verdade, é nesse momento que podemos nos deparar com duas situações em nossos corações. A maioria de nós se acomoda a uma delas, que é a de focar na promessa, no objetivo que desejamos. Contudo, todos nós já devemos ter percebido que focar nisso não produz em nós a força suficiente para permanecer, pois em meio à tempestade, às vezes, só queremos sobreviver e mais nada. Desistimos do objetivo que tínhamos,  esquecendo-nos da força da promessa de Deus. Todavia, se continuamos mais um pouco em nossa luta e não desfalecermos, podemos ver outra realidade em nosso coração, a de que a prova da nossa fé produz perseverança, como nos diz Tiago 1:3

Por isso, Tiago nos dá um ensino tremendo sobre a forma com que nos portamos mediante a provação. Ele diz que, se suportarmos com alegria, a provação gera em nós perseverança. E, a perseverança até o fim tem o poder de produzir em nós a maturidade e a integridade necessárias para nossa vida em Cristo (Tg1.4).

Cada vez que focamos no que Deus quer gerar em nós através das provações, ou seja, o que Ele quer formar em nosso caráter, podemos desfrutar da alegria de Deus, não apenas por experimentarmos o milagre da sobrevivência em meio à tempestade, mas mas principalmente por experimentarmos a vida em abundância que recebemos de Deus ao prosseguirmos crendo. Tiago não nos orienta a perseverarmos porque vamos receber nossa promessa, mas que porque a perseverança gera em nós frutos eternos. E é disso que devemos nos lembrar em meio à tempestade: ser semelhante a Jesus. Esse é o fruto eterno que a perseverança produz em nós. É esse o desejo de Deus para seus filhos. Que encontremos em Jesus e em Sua igreja a força e o modelo para perseverarmos. Com diz também o autor de Hebreus: “Lembrai-vos de vossos guias que vos pregaram a palavra de Deus. Considerai como souberam encerrar a carreira. E imitai-lhes a fé” (Hb. 13. 7).

Que descubramos a tempo, antes de nosso milagre e promessa chegarem, o poder que podemos receber ao perseverar.

Em Cristo

@AnaCBrum
Facebook: Carol de Assis Brum

Porque escolhi a Igreja…

23 fev

SuperNanny, Jesus e a Igreja

20 fev

Já faz um bom tempo que, numa reunião com alguns irmãos em minha casa,  meu amigo @Breno_Andrade contava que no programa SuperNanny (onde a apresentadora visita famílias dando orientações sobre criação de filhos) estava sendo exibido o caso de uma família em que uma das causas do mau comportamento das crianças era a distancianciamento do pai. Depois de passar o dia inteiro trabalhando, o pouco tempo que o pai tinha à noite dedicava à reuniões da igreja. Daí, Breno percebeu que se tratava de uma família cristã, ou, no mínimo religiosa.

No decorrer do programa, a apresentadora se reuniu com os pais e os repreendeu, mostrando a importância de passarem tempo com os filhos. Assim que Breno me contou isso, me enchi de tristeza pois, mesmo que os pais tenham recebido a lição, as coisas não ocorreram como deveria: a Igreja ensinando como se deve viver. Com a Igreja deveríamos aprender a ser bons pais. É com a família de Deus que devemos aprender a ser bons maridos, boas esposas, bons filhos, bons patrões ou empregados etc… É com igreja que a gente deve aprender a ser gente melhor.

Por que isso deve ser aprendido com a Igreja??

Porque nela é que deveríamos encontrar exemplos e modelos de como viver. Afinal, a Grande Comisssão de Mt. 28:18-20 nos diz que os discípulos devem ser ensinados a guardar tudo o que Jesus ordenou. O texto não diz que eles devem ser apenas ensinados. Para isso bastaria algumas aulas ou um bom programa de leitura do Novo testamento. O texto diz “ensinar a guardar”. Isso é diferente. Ensinar a guardar é ensinar a observar, a praticar. Para isso, a primeira coisa necessária é o exemplo, o modelo. Nós aprendemos a guardar, vendo. É por isso que, quando o assunto é vida cristã, Paulo chama tanta atenção para si: “Sede meus imitadores, como também eu sou de Cristo” (I Co. 11:1).

É por isso que Pedro exorta aos pastores a serem modelos para o rebanho (I Pe. 5:1-3). É por isso que o autor da carta aos Hebreus nos anima a imitar a fé de nossos pastores (Hb. 13:7). E é por isso que o próprio Senhor chama seus seguidores de Luz do mundo (Mt. 5:14). Deveríamos ser referência para o mundo de como se deve viver, de tal modo que os homens olhariam para as nossas obras e glorificariam a Deus, ou seja, atribuiriam nossas obras à ação de Deus.

Além disso, é na Igreja que deveríamos encontrar o amparo e suporte necessário para semos pessoas melhores, através da prática das mutualidades:“confessai vossos pecados uns aos outros” (Tg. 5:16); “Consolai-vos, pois, uns aos outros e edificai-vos reciprocamente” (I Ts. 5:11); “sujeitando-vos uns aos outros no temor de Cristo” (Ef. 21); “Consideremo-nos também uns aos outros, para nos estimularmos ao amor e às boas obras” (Hb. 10:24);“exortai-vos mutuamente cada dia (Hb. 3:13); etc…

Ainda que aqueles pais do programa SuperNanny tenham se tornado pais melhores, quem ver isso não atribuirá a Deus, mas a um programa de TV.

Que a Igreja acorde e assuma seu papel de expressar Jesus. Que todo crente tenha condições de dizer: “anda comigo que você vai ver Jesus”. E, quando vier a errar, que continue expressando Jesus ao se humilhar para corrigir seus erros e pedir perdão.

E então, você abraça o desafio?

Em Cristo,

Anderson Paz

* Publicado no blog Pensando a Vida

Sem plano B

17 fev

Quando foi que Deus decidiu criar a Igreja? Será que esse intento surgiu no Novo Testamento, com a descida do Espírito Santo? E por que Ele criou a Igreja? A resposta para essas perguntas começa a surgir quando compreendemos que a Igreja é a comunidade daqueles que, por meio de Cristo, se tornaram filhos de Deus. Portanto, a Igreja é família. É por isso que Paulo nos diz que já não somos estrangeiros e forasteiros mas somos membros da família de Deus (Ef. 2:19).

Sendo a Igreja a família de Deus, vemos que Ela já estava no coração do Pai desde a criação do homem, pois este foi criado contendo a imagem e semelhança de Deus e recebeu a ordem de multiplicar e encher a terra. Logo, Deus já estava colocando em prática seu propósito de ter uma família, que refletisse Seu caráter e que O glorificasse na terra. A queda do homem não fez com que Deus mudasse o seu propósito. Ele ainda assim quis formar uma família.

Ao chamar Abraão e separar Israel, Deus não fez desses acontecimentos a realização de Seu Propósito eterno. Antes, o Senhor queria tão somente que Israel fosse um meio, um instrumento, para que Seu propósito se realizasse. Como Deus disse a Abraão: “em ti serão benditas todas as famílias da terra” (Gn. 12:3). O Senhor não tem plano B, porque seus planos não podem ser frustrados (Jó 42:2). Portanto, através de Jesus, um descendente de Abraão, o propósito de Deus toma forma. Quando Jesus disse “edificarei a minha Igreja”, Ele não estava apresentando um “novo empreendimento do Pai”, mas estava revelando um nome novo para um projeto muito antigo: a família de Deus. Por meio de Jesus o homem pode se tornar filho de Deus (Jo. 1:12), formando assim a família do Pai, a Igreja.

O Senhor permanece firme em Seu propósito. Ele segue edificando sua Igreja, separando para si um povo santo, zeloso de boas obras (Tt. 2:14). Ele ama Sua igreja e vela por Ela, por sua saúde, pureza e santidade. E nós temos a responsabilidade de sermos cooperadores com Deus nessa obra (II Co. 6:1).

O Pai iniciou essa obra desde a fundação do mundo, e com toda certeza Ele concluirá o que planejou. Ele terminará a obra que iniciou em nós (Fp. 1:6).  Diante disso tudo, devemos nos examinar se estamos correspondendo ou não a esse propósito, se estamos sendo só consumidores de tudo de bom que há na Igreja, ou se somos construtores dessa obra. Cada um de nós precisa ser diligente consigo mesmo e também com seus irmãos, velando pela santidade. E no último dia, o Senhor requererá essa postura de nós. Deus é Deus, o que Ele planejou se cumprirá, e Sua igreja se manifestará trazendo a Glória do Senhor ao mundo.

Onde você quer estar?

Em Cristo,

@Cristiano_brum e Equipe @ConexaoEclesia

Soli DeoGloria

Consumistas de todos os tipos

15 fev

Foi sem querer. Não tive a intenção…

13 fev

Quem dentre nós nunca cometeu um erro e disse “foi sem querer”ou “não tive a intenção de fazer isso”? Geralmente esses erros ocorrem quando reagimos à situações que nos pegam de surpresa, inesperadas. De certa forma, podemos dizer que essas situações nos pegam desprevenidos, com a guarda baixa. Acredito que nessas circunstâncias temos muito a aprender sobre nós mesmos. Sobre esse tema, C. S. Lewis faz a seguinte observação:

“… será que o que um homem faz quando é pego com a guarda baixa não é o melhor sinal de que tipo de homem ele é na realidade? Não é a verdade que sempre se evidencia quando o homem não tem tempo de vestir seu disfarce? Se existem ratos no porão, a melhor maneira de apanhá-los é entrando no local de sopetão. A entrada repentina não cria os ratos, apenas os impede de se esconder. Da mesma forma, a rapidez da provocação não faz de mim um homem mal-humorado; simplesmente mostra o quão mal-humorado eu efetivamente sou. O porão está sempre cheio de ratos, mas, se chegamos fazendo barulho, eles têm tempo de buscar um esconderijo antes de acendermos  a luz” ¹.

Ao decidirmos andar com Jesus nos comprometemos com a transformação do nosso caráter. Isso não diz respeito à mudanças das condutas exteriores, mas  à completa transformação da fonte de nosso comportamento: nosso interior, nosso coração. Por isso precisamos estar atentos para tratar com profundidade todo o sinal emitido pelo nosso coração (sejam palavras, sejam sentimentos), sem nos contentar em dizer “foi sem querer”.  Estejamos sempre prontos para admitir a realidade de quem nós somos, nos arrepender, pedir perdão a quem é devido, e orar como o salmista: “vê se há em mim algum caminho mau, e guia-me pelo caminho eterno” (Sl. 139:24).

Em Cristo,

Anderson Paz

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1 – LEWIS, C. S. Cristianismo Puro e Simples. Martins Fontes, p. 254.

Jesus e meus erros

10 fev

João faz uma afirmação clara e que não deixa margem de dúvida: “aquele que diz que está nele [Jesus], também deve andar como ele andou” (I João 2:6). Andar como Jesus é o alvo de quem decide ser cristão, de tal forma que, não se deveria nem mesmo conceber a ideia de que alguém seja cristão e ao mesmo tempo se recuse a ser como Jesus. Decidir ser cristão é decidir ser como Jesus, ser modelo de vida. Portanto, cada cristão deveria viver de modo que o deixasse em condições de dizer: “ande comigo que você verá Jesus”.

Contudo, é possível que alguém pense que a frase “ande comigo que você verá Jesus” seja uma pretensão absurda, uma expressão da mais doentia soberba, pois em Jesus nunca se encontrou pecado algum (I Pe. 2:22), o que o faz muito diferente de todos nós: tão falhos, tão pecadores.

Além disso, o próprio João que nos diz  que devemos andar como Jesus andou, também nos diz: “Se dissermos que não temos pecado nenhum, a nós mesmos nos enganamos, e a verdade não está em nós” (I Jo. 1:8). Como resolver essa aparente contradição? Como andar nos passos de Jesus, o qual não cometeu pecado, mesmo ainda encontrando o pecado em nós.

Ora, antes de qualquer coisa é preciso entender que o “ande comigo que você verá Jesus”, não é uma afirmação de inerrância. Não é se colocar como alguém que não peca. Muito pelo contrário, essa postura se refere a nossa firme e resoluta determinação de não pecarmos, mas, se pecarmos, estamos igualmente firmes e determinados a consertar o erro, não importa o quanto tenhamos que nos humilhar para isso, posto que o nosso Senhor se humilhou em tudo, tornando-se exemplo para nós. Para que as pessoas vejam Jesus em nós, precisamos estar prontos a nos humilhar, e aquele que se humilha não vê problema em confessar o seu pecado, em pedir perdão a quem for preciso, a se expor.

Quem dera todo crente prontamente corrigisse seus erros e pedisse perdão pelos seus pecados, seja a Deus e seja aos homens, mesmo que isso seja humilhante, pois na nossa humilhação as pessoas verão Jesus, aquele que mais se humilhou, mesmo sem ter pecado. Quem dera todo crente, antes de querer oferecer algo a Deus, rapidamente se reconciliasse com seu irmão (Mt. 5:23-26), posto que isso é agradável a Deus (Sl. 133:1), é um verdadeiro culto a Deus.

Que todos nós possamos afirmar “ande comigo que você verá Jesus, até nos meus erros você verá Jesus”. E  como Jesus será visto através de nossos erros? Ele é visto quando nos humilhamos , confessamos nosso pecado, pedimos perdão, e pagamos o preço que for para restaurar relacionamentos.

Em Cristo,

@AndersonPaz

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Construir para a eternidade

8 fev

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Voando cada vez mais alto

6 fev

Certa vez, meu filho, que na época tinha 2 anos, me perguntou se o boneco Buzz Lightyear voava. Não era a primeira vez que ele me perguntava isso. Em todas as vezes anteriores, eu sempre respondi dizendo que não. Desta vez, resolvi mudar, e disse que ele era o dono do boneco e só ele poderia fazê-lo voar.

Tratei de aplicar essa resposta a minha vida refletindo que, se eu quero experimentar um voo mais alto em tudo na minha vida, se eu quiser crescer em todas as áreas pessoais, eu preciso saber que necessito de uma condução, não posso fazer isso sozinho. Não existe em mim mesmo a capacidade de voar.

Se pensarmos que liberdade é fazer o que dá na cabeça, estaremos nos enganando, pois por nossa própria capacidade não podemos guiar a nós mesmos, como no caso do brinquedo do meu filho, que precisava que alguém o tomasse nas mãos e o fizesse voar.

Nós não fomos criados para sermos donos de nós mesmo e nem para sermos individualistas/autossuficientes. Em outras palavras, todos nós devemos reconhecer que temos um dono (Aquele que nos criou) e que não somos suficientes para guiar nossas vidas. Quando Ele nos criou, escreveu uma história para nós e somente vivendo essa história que alcançaremos a verdadeira liberdade.

Porém, nossa dependência de Deus não ocorre como a de um boneco em relação ao seu dono. Um boneco é totalmente passivo nas mãos do dono. Já nós, precisamos voluntariamente nos render à direção do nosso Senhor, dia após dia. Também devemos ressaltar que, em geral, as pessoas facilmente concordam com a verdade de que dependem da condução de Deus, principalmente quando Ele atua diretamente. Contudo,  quando Deus decide fazer isso de uma maneira indireta, ou seja, usando outras pessoas, infelizmente costumamos apresentar  uma certa resistência.

Mas não podemos nos portar assim, pois Ele escolhe nos conduzir da maneira que Ele quiser, usando os meios que Ele achar necessário e precisamos em tudo ver Sua mão nos tomando e nos fazendo ir mais alto. Precisamos nos arrepender de resistirmos aos meios usados por Deus.

Nos rendamos a Deus e aos seus meios que Ele tem para nos conduzir. e assim experimentaremos o Seu melhor para nossas vidas

Em Cristo,

@Cristiano_Brum

Soli Deo Gloria

 

As aparências enganam

3 fev

Joás, quando ainda era um bebê, teve toda sua família exterminada. Mas sua vida foi preservada por ação do sacerdote Joiada, que também foi responsável por, mais tarde, estabelecer Joás como rei de Judá. Nos primeiros anos de seu reinado, Joás trabalhou em conduzir Judá a Deus, promovendo a reparação do Templo. Ele fez o que era reto aos olhos do Senhor, durante todos os dias do sacerdote Joiada. Todavia, após a morte do sacerdote, Joás deixou o Senhor, e levou Israel a se corromper. Vários profetas advertiram Joás, inclusive Zacarias, filho de Joiada. Mas o rei “não se lembrou da beneficência que Joiada, pai de Zacarias, lhe fizera; porém matou-lhe o filho” (II Cr. 24:22).

Como pode alguém se corromper tão rapidamente? Ora, isso ocorreu com Joás porque o temor do Senhor ainda não era algo firmemente assentado em sua identidade. Se o fosse, Joás não se deixaria corromper com tanta facilidade. E, embora tenha demonstrado fidelidade a Deus, o rei não deixou que a benéfica influência de Joiada lhe moldasse a identidade.

Muitas vezes estamos cercados de boas influências. Gente fiel a Deus, que nos fala a verdade, que é exemplo para nós. E até mesmos recebemos essa boa influência, deixando que nossas condutas sejam moldadas. Contudo, ter a conduta certa nem sempre quer dizer que ela parte de quem nós somos na profundidade. Por isso precisamos estar atentos a todos os sinais que indicam como está o nosso coração. Precisamos ser profundos para identificar esses sinais.

Acredito que servir sem alegria é um sinal que mostra o quanto o serviço ainda não é um traço do nosso interior. Receber a disciplina exteriormente, mas rejeitá-la no coração, também é um sinal ao qual devemo estar atentos. Não se alegrar em receber uma repreensão também é um mal sinal, pois o salmista fala “Fira-me o justo, será isso uma benignidade; e repreenda-me, será um excelente óleo” (Sl. 141:5).

Portanto, não se satisfaça em viver uma vida com condutas certas mas que não partem do coração. Deixe que as boas influências (seja a da Palavra, seja a quem vem por meio dos relacionamentos) moldem sua identidade. Não se contente em apenas servir. Sirva com a alegria. Sinta-se amado por Deus ao ser disciplinado. Receba com alegria a repreensão. Se você percebe que essas coisas ainda não fazem parte de você, busque a Deus em oração, abra o seu coração com quem possa te ajudar e se exercite nisso.

Em Cristo,

@AndersonPaz


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