Arquivos | junho, 2011

Precisa-se de pastor!

29 jun

A verdadeira adoração

27 jun

Se não existe culto na vida, não há vida no culto. Há muitos anos atrás, fui impactado por essa frase que li em um livreto chamado “A Igreja fora dos portões”. Me sentia profundamente desafiado a viver o cristianismo de maneira autêntica, em todo o meu viver, e não uma vida religiosa, onde só havia devoção em momentos específicos, como por exemplo, a reunião dominical da Igreja chamada culto.

Essa declaração me faz lembrar também de afirmações bíblicas como a que está em Romanos 12:1 que diz: “Rogo-vos, pois, irmãos, pelas misericórdias de Deus, que apresenteis o vosso corpo por sacrifício vivo, santo e agradável a Deus, que é o vosso culto racional.” Outro texto que me vem a mente é o de Isaías 1:13, onde Deus, enfaticamente, rejeita o culto do povo de Israel.

Leia e veja o motivo: “Não continueis a trazer ofertas vãs; o incenso é para mim abominação, e também as Festas da Lua Nova, os sábados, e a convocação das congregações; não posso suportar iniqüidade associada ao ajuntamento solene.

Deus nunca quis que fisessemos separação entre o secular e o sagrado. Isso é invenção humana. Nosso compromisso com Ele deve ser encarado como uma decisão radical de vivermos a cada momento, a cada situação que passamos, sejam elas boas ou ruins, para louvor e glória do Seu Nome.

O culto verdadeiro começa no primeiro dia que entregamos nossas vidas a Jesus e o recebemos como Senhor e nunca vai acabar, O adoraremos eternamente. A adoração verdadeira não tem tempo, dia ou local específico. Tudo que somos e fazemos, em todo tempo e lugar, deve ser um culto verdadeiro ao Rei dos Reis.

Não se engane: o culto não se resume a apenas um momento de algum encontro específico. Cultuar é mais do que isso. Cultuar é adorar a Deus, em espírito e em verdade, 24h por dia, 7 dias da semana.

Como está sua vida de culto a Jesus?

Em Cristo,

@Cristiano_Brum

Soli Deo Gloria

Um “Jesus” mutilado e o Jesus da Bíblia

24 jun

Em certa ocasião, um grupo de gregos foram até Filipe dizendo: “queremos ver Jesus” (Jo. 12:20-21). Dois milênios após a encarnação do Verbo, quem precisa dizer “queremos ver Jesus” são os que afirmam conhecê-lo. Infelizmente, a visão de muitos acerca de Jesus está embaçada, distorcida, e por isso há muitas versões de “Jesus” sendo anunciadas, todas elas mutiladas de verdade.

Há quem pregue a graça destituída de verdade; o perdão dos pecados que não demanda arrependimento; o amor que não necessita de santidade; a misericórdia que ignora a gravidade do pecado; o céu negando a existência do inferno. Tudo isso corresponde à apresentação de um  “Jesus” mutilado, um Cristo pregado conforme a conveniência do pregador ou dos ouvintes.

Contudo, no Jesus apresentado pelas Escrituras, vemos a conjugação perfeita entre a graça e a verdade (Jo. 1:17). A verdade denuncia com clareza e firmeza o pecado, ao dizer “qualquer que se irar contra seu irmão estará sujeito a julgamento” (Mt. 5:22), “qualquer que olhar para uma mulher para desejá-la, já cometeu adultério com ela no seu coração” (Mt. 5:28), “do coração saem os maus pensamentos, os homicídios, os adultérios, as imoralidades sexuais, os roubos, os falsos testemunhos e as calúnias” (Mt. 15:19). Mas em Jesus também vemos a mais extraordinária e incomensurável graça, pela qual diz a um pecador “os teus pecados te são perdoados” (Lc. 5:20), que diz a uma mulher adúltera “eu não te condeno” (Jo. 8:11), que diz a um ladrão arrependido “hoje estarás comigo no paraíso” (Lc. 23:43), e que garante a todo homem que é possível vencer o pecado, pois é Ele quem diz ao arrependido: “vai e não peques mais” (Jo. 8:11).

Jesus não ignora a gravidade do pecado. Afinal, foi o próprio Jesus quem disse:“Se o seu olho direito o fizer pecar, arranque-o e lance-o fora. É melhor perder uma parte do seu corpo do que ser todo ele lançado no inferno” (Mt. 5:29). Mas nEle há verdadeira misericórdia e perdão, pois ele veio buscar e salvar o que se havia perdido, e Ele salva o perdido chamando pecadores ao arrependimento (Lc. 5:32).

O Jesus da Bíblia não nega a existência do inferno, e nem minimiza a importância dessa realidade. Foi Ele quem disse: “temam aquele que, depois de matar o corpo, tem poder para lançar no inferno” (Lc. 12:5). Mas é Ele quem oferece a todo pecador a alegria da salvação, e a esperança que nasce das suas palavras: “Na casa de meu Pai há muitas moradas, … Vou preparar-vos lugar”(Jo. 14:2). Nos alegraremos com o dia em que Ele mesmo nos dirá: “Venham, benditos de meu Pai! Recebam como herança o Reino que lhes foi preparado desde a criação do mundo” (Mt. 25:34).

Quão maravilhoso é Jesus. Que nossos olhos se abram para contemplarmos Sua glória. Que possamos dizer: “Queremos ver Jesus!

Em Cristo,

@Anderson Paz

Fonte: Pensando a Vida

Desistência x Perseverança

22 jun

Deixe ver Jesus em você

20 jun

Certa vez um dos discípulos de Jesus, chamado Filipe, chegou a Ele fazendo um pedido: “Senhor, mostra-nos o Pai, e isso nos basta.” (João 14:8). Em sua resposta, Jesus explicou a Filipe que quem o via, via também o Pai. (João 14:9).

A resposta de Jesus está baseada na declaração que encontramos no livro de Hebreus.Ele, que é o resplendor da glória [de Deus] e a expressão exata do seu Ser”  (Hebreus 1:3). Deus, um ser que habita em luz inacessível (1 Timóteo 6:16), o qual ninguém jamais viu(João 1:18), escolheu se dar a conhecer aos homens por meio do seu Filho, Jesus. Este veio para revelar-nos quem é o Pai, seu amor, seu poder, sua misericórdia, sua graça, sua justiça e muito mais. Por isso, Ele disse para Filipe que não precisava mais buscar saber como era o Pai, pois diante dele estava a imagem exata do mesmo.

Da mesma maneira como Cristo revelou o Pai aos homens, Ele deseja que nós O revelemos também. Deus nos chamou e nos predestinou para sermos conforme a imagem de Seu filho Jesus (Romanos 8:29) e é através de nós que as pessoas poderão encontrar a resposta para o anseio nato que existe dentro de si: conhecer o Pai.

Esta é a expectativa de toda a criação e a resposta está em nós. Minha oração é para que através de mim, as pessoas encontrem Jesus, saciem sua sede por vida verdadeira e tenham preenchido o vazio do seu ser para sempre.

E você? Quer ser esta resposta também?

Em Cristo

@Cristiano_Brum

Soli Deo Gloria

O que você quer achar no Livro?

17 jun

Numa dessas quartas-feiras, na reunião da nossa equipe de Supervisão da rede de igrejas nos lares, meu amigo @Cristiano_Brum lembrou-se de um hino lá das antigas, o hino 137 do Cantor Cristão. A primeira estrofe desse hino diz o seguinte:

“Enquanto, ó Salvador, teu livro eu ler
Meus olhos vem abrir, pois quero ver
Da mera letra, além, a Ti Senhor
Eu venho a Ti, Jesus, meu redentor”.

É assim que quero ir até a Bíblia: quero ver Jesus! Quero vê-lo nas páginas das Escrituras. E sei que é possível ir a Bíblia e, ao mesmo tempo, se recusar a ver Jesus.

Isso aconteceu com aqueles sacerdotes e mestres da lei a quem os magos do oriente perguntaram o lugar de nascimento do Rei dos judeus. Eles prontamente responderam: “Em Belém da Judéia!”. E por que em Belém? Porque “assim escreveu o profeta” (Mt. 2:5,6).

Mas quem foi adorar o menino? Os magos, com apenas uma estrela, saíram de suas terras e foram à Jerusalém, e daí foram a Belém. Os sacerdotes, com todo seu conhecimento das Escrituras, não foram capazes de ir de Jerusalém à Belém. Não foram adorar o menino.

Temos muito mais do que os magos tinham para encontrar Jesus. Eles tinham apenas uma estrela. Nós temos as Escrituras, meio seguro e fiel para o conhecermos. Foi o próprio Jesus quem disse que as Escrituras testificam dEle mesmo (Jo. 5:39). E depois de haver ressuscitado, se juntou aos seus discípulos  e “começando por Moisés e todos os profetas, explicou-lhes o que constava a respeito dele em todas as Escrituras” (Lc. 24:27).

Em certa ocasião, Jesus disse a alguns judeus: “Vocês estudam cuidadosamente as Escrituras, porque pensam que nelas vocês têm a vida eterna. E são as Escrituras que testemunham a meu respeito; contudo, vocês não querem vir a mim para terem vida” (Jo. 5:39,40)

Não quero ir até a Bíblia para acumular conhecimento. Quero encontrar Jesus. E como encontrá-lo? Isso, é o próprio Jesus quem responde: “Quem tem os meus mandamentos e lhes obedece, esse é o que me ama. Aquele que me ama será amado por meu Pai, e eu também o amarei e me revelarei a ele” (Jo. 14:21).

Em Cristo,

@AndersonPaz

Fonte: Pensando a Vida

Como ser bem sucedido

15 jun

Perdão, confiança e desconfiança

13 jun

Recentemente assisti um vídeo onde Mark Driscoll aborda o tema “o que perdão não é”, esclarecendo alguns equívocos existentes em torno do tema. Driscoll faz declarações importantes para que tenhamos uma visão correta sobre o perdão, como a de que perdoar não é  esquecer. De fato, a Bíblia diz que Deus não se lembraria de nossos pecados (Jr. 31:34), mas isso não significa que Ele sofra de amnésia ao nos perdoar. Muito pelo contrário, Ele é onisciente, e todas as coisas estão claras para Ele. Portanto, Deus não esquece de nossos pecados quando nos perdoa, mas Ele decide não os levar em consideração para nos condenar. Uma vez que alcançamos o perdão de Deus, nossos pecados não serão lembrados em juízo.

Deus não apaga nossos pecados de Sua memória, e Ele lembra tão bem que disciplina e corrige aqueles a quem perdoa: “Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho… para nosso proveito, para sermos participantes da sua santidade” (Hb.12:6,10). Por nos perdoar é que Ele nos corrige. Somos repreendidos pelo Senhor para que não sejamos condenados com o mundo (I Co. 11:32)

Perdoar não é esquecer, negar o pecado, ou diminuí-lo. Driscoll também afirma perdoar não é confiar. E até aí concordo com ele, mas acredito que essa afirmação isolada pode nos levar a uma ideia equivocada sobre o perdão. Quando perdoamos alguém, nossa confiança nessa pessoa não é automaticamente restaurada. Confiança é coisa que se constrói ao longo do tempo. Mas eu acrescentaria algo ao que Driscoll disse. De fato, perdoar não significa a restauração imediata da confiança, mas consiste em demolir os obstáculos que possam impedir sua reconstrução. É deixar espaço, sem colocar barreiras, para que a confiança possa ser conquistada novamente, a tal ponto que ela, com o passar do tempo, possa ser igual ou maior do que a que existia antes da ofensa.

Portanto, ao perdoar, deixe que a pessoa ofendida reconstrua a confiança. Lembre-se que os muros que levantamos para nos proteger são os mesmos que nos separam. Perdoar é abrir a possibilidade de reconstrução de relacionamentos.

Em Cristo,

@AndersonPaz

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Não dá pra esquecer
Um coração guardado, sem ressentimentos
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Depois da raiva
 

Ponto de vista

10 jun
Existe uma coisa muito importante que precisamos saber acerca da nossa caminhada com Deus: A vida cristã consiste numa mudança plena de como vemos as coisas.
Por exemplo, uma tragédia pode ter impactos totalmente diferentes em duas pessoas distintas. Uma pode olhar para a difícil perda de um ente querido e viver para sempre preso a um acontecimento do passado. Já outra pessoa, mesmo em meio a esse inesperado acontecimento, pode olhar e buscar saber o que isso pode trazer de amadurecimento para sua vida.

O Senhor diz que Seus pensamentos e caminhos são diferentes dos nossos (Isaías 55:09). Quando temos essa certeza, de que Deus não vê e nem pensa da nossa maneira, devemos aprender a olhar tudo o que ocorre conosco pela Sua ótica, e não mais pela ótica humana. Isso não se aplica somente aos acontecimentos, mas também a tudo o que diz respeito à nossa identidade, nosso caráter, nossas visões e opiniões. Se tudo isso tiver como ponto de partida a sabedoria humana, o fundamento deve ser substituído pela sabedoria de Deus, que está revelada em Sua Palavra.

Em Efésios 1:17 Paulo ora a Deus pedindo que a nós fosse concedido espírito de sabedoria e revelação no pleno conhecimento de Jesus. Revelação é necessária, pois quando não conhecemos os pensamentos de Deus para nós, corremos o sério risco de nos enganarmos, pensando que vivemos o cristianismo (Cristo no centro) quando na prática podemos estar vivendo o humanismo (o homem no centro).

Que o Senhor nos livre desse mal e abra os nossos olhos para vermos como Ele vê.

Em Cristo,

@Cristiano_Brum

Soli Deo Gloria

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quando os cães são a melhor companhia…

8 jun

“Toda vez que vejo um idoso com um cachorro, penso numa velhice solitária… Mas os cães são boas companhias… as vezes as melhores!”

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Quando li o tweet acima, além de ter lembrado da frase“quanto mais conheço as pessoas, mais eu gosto dos animais”, também fiquei pensando sobre em que momento frases como essas poderiam ser ditas por Jesus. Fazer exercícios como esse é de suma importância para todo cristão, posto que “aquele que diz que está nEle [Jesus], também deve andar como Ele andou” (I Jo. 2:6).

Em que momento os cães seriam a melhor companhia para Jesus? Seria  no Getsêmani, sabendo que a cruz o aguardava, e consciente que estava sendo traído por um discípulo, e seria negado por outro? Não, não seria nesse momento, pois depois de ter orado ao Pai dizendo “se possível for afasta de mim esse cálice”, Ele se dirigiu aos seus discípulos, que haviam dormido, e disse a Pedro, justamente o discípulo que o negaria : “vocês não puderam vigiar comigo nem por uma hora?” (Mt. 26:40). Mesmo no momento de sofrimento, a presença de pessoas era importante para Jesus.

Então, talvez seria a crucificação o momento em que Jesus poderia pensar que a companhia dos animais é melhor. Não, certamente não. Pois na cruz, apesar de ferido, humilhado e abandonado, Jesus ainda estava pensando em pessoas. Apascentou o coração de sua mãe, de seu discípulo João (Jo. 19:26,27), ofereceu segurança de salvação para o ladrão que estava ao seu lado e ainda foi capaz de orar pelos seus algozes dizendo: “Pai, perdoa-lhes, pois não sabem o que estão fazendo” (Lc. 23:34).

É interessante observar que Jesus passou por tudo isso, “sofreu pelos pecados uma vez por todas, o justo pelos injustos, para conduzir-nos a Deus (I Pedr 3:18). O Filho de Deus padeceu para que o Pai tivesse pessoas, e não animais, junto de si.

Em que momento os cães são a melhor companhia? Em nenhum. É claro que a melhor companhia sempre é a de Deus. Mas se até Ele quis gente perto de Si, quem sou eu para querer diferente?

Que vençamos o egoísmo nosso de cada dia, nossa tendência ao isolamento e a cultivar a amargura. Que andemos sempre,  em cada momento, nos passos daquele a quem chamamos de Mestre e Senhor: JESUS.

Em Cristo,

@AndersonPaz

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