Arquivos | maio, 2012

Chamado para consolar

30 mai

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Coisas que a Bíblia não resolve…

28 mai

Era uma comunidade extremamente problemática. Entre os vários erros que Paulo teve que corrigir naquela igreja havia divisão entre irmãos, a tolerância ao pecado, a imaturidade no uso dos dons espirituais, entre muitos outros. A igreja em questão é a de Corinto.

Na busca por corrigir os problemas de Corinto, Paulo escreve algumas cartas àquela igreja, das quais nos restaram duas (I e II Coríntios). São cartas de valor imensurável, por tratar de vários aspectos importantes da vida de uma comunidade cristã. Contudo, apesar de todo o valor desses ensinos, eles não foram o suficiente para a solução dos problemas dos cristãos de Corinto. Estou convicto de que existem coisas que a Bíblia sozinha não resolve.

E qual caminho Paulo tomou para resolver aqueles problemas? Não apenas colocou as Escrituras para serem obedecidas, como também a sua própria vida como modelo a ser seguido. Afinal, ele disse: “Admoesto-vos, portanto, a que sejais meus imitadores” (I Co. 4:16), e “Sede meus imitadores, como também eu de Cristo” (I Co. 11:1). Contudo, o apóstolo estava distante daquela comunidade. Então, como fazer com que seu exemplo de vida fosse lembrado com força? Paulo encontra solução para isso na seguinte forma: “Por esta causa vos mandei Timóteo, que é meu filho amado, e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em cada igreja” (I Co. 4:17). Timóteo poderia plenamente reproduzir os caminhos de Paulo, não só em seu discurso, mas em sua prática. Paulo disse o seguinte para Timóteo: “Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência, perseguições e aflições” (II Tm. 3:10-11). “Sê o exemplo dos fiéis, na palavra, no trato, no amor, no espírito, na fé, na pureza” (I Tm. 4:12).

Existem problemas no cotidiano de uma igreja que não se resolvem com estudo bíblico. A Palavra Escrita é primordial e indispensável, contudo, apenas ler a palavra não é suficiente, precisamos ver sua prática na vida de alguém. Além das Escrituras, precisamos de gente que nos ajude a vivê-las. Pessoas que se colocam como modelo a ser seguido, e nos advertem, nos corrigem, não se omitem em nos dizer a verdade, e que sejam inspiração para nossas vidas.

Se você abraçou de coração o propósito de Deus, então precisa estar aberto para receber a ação da mão de Deus através dos seus irmãos, mesmo quando esta ação vem por meio de correções. Mas também é indispensável que você trabalhe na realização desse propósito colocando sua própria vida como exemplo. Isso não é uma exigência para pastores e líderes, mas é o alvo de todo o cristão, pois somos a luz do mundo (Mt. 5:14; Fp. 2:15). Afinal, aquele que diz que está em Cristo também deve andar como Ele andou (I Jo. 2:6).

Em Cristo,

Anderson PazAnderson Paz 
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Crescimento Sustentável – Asaph Borba

25 mai

Retorno para Deus – Asaph Borba

23 mai

Asaph Borba no Conexão Eclésia

21 mai

Por uma vida cheia de prazer…

18 mai

“Sweet Spot” é uma expressão muito usada no beisebol, no tênis e no ping-pong, o seu significado no geral é “ponto confortável”, é o momento em que a bola é tocada no ponto mais preciso do taco ou raquete tornando-se mais cômodo tanto para a bola, quanto para o rebatedor. A vida não é um jogo, mas costumamos vivê-la no “Sweet Spot”. Queremos ter tudo sobre o nosso controle, pois estando no ponto confortável tudo se trona fácil e prazeroso. É difícil trocar o nosso bem-estar para fazer a vontade do Pai. E, para alcançar uma vida cheia de prazer transitório, deixamos a felicidade eterna.

Mas é importante lembrar que a decisão de seguir a Cristo é incompatível com uma vida em sweet spot. O chamado para ser cristão é exatamente o de romper com o conforto e nos entregar inteiramente ao cuidado e à direção de Deus. Por isso Jesus, ao falar sobre as nossas necessidades do dia-a-dia, nos adverte: “Buscai primeiro o reino de Deus, e a sua justiça, e todas estas coisas vos serão acrescentadas” (Mt. 6:33). Além disso, Jesus é claro e enfático ao dizer: “Porque, qualquer que quiser salvar a sua vida, perdê-la-á; mas qualquer que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará” (Lc. 9:24).

O chamado de Cristo é para que sejamos radicais. Isso não significa ser extremista, mas sermos profundos, ou seja, termos a nossa raiz Nele. É dessa forma que, nossos valores mudam. Em vez de perseguir o que este mundo valoriza (conforto, prazeres, a satisfação da carne, a busca da nossa própria vontade etc..), nossos olhos se voltam para o que tem valor eterno, pois nisso está o que realmente importa.

Infelizmente, muitos de nós não estamos dispostos a sair do ponto confortável. Muitos preferem criar um mundo para si, ao invés de buscar a vontade de Deus. Não abrem mão de si por Cristo, e “buscam” a Deus apenas quando isso lhes oferece um certo “conforto espiritual”. Costumo dizer que são pessoas que preferem viver de “recargas”. São “recarregadas” nas reuniões, nos congressos, nos retiros espirituais, mas quando retornam para as suas casas voltam a viver uma vida cômoda, fugindo da vontade de Deus e da comunhão com Ele. São pessoas de fé inconstante.

Jesus nos chama à constância e a perseverança nele. E não apenas nos chama, mas já colocou em nós o motor para isso: o Espírito Santo. Já temos em nós tudo o que precisamos para deixar a vida de conforto e seguirmos em direção a Jesus, pois Ele morreu por nós, para que vivamos para Ele (II Co. 5: 15). Saia hoje do Sweet Spot e abrace o desafio da vida com Cristo. Com certeza você será recompensado

Flávio Peixoto – Vila Velha – ES

e Equipe @ConexaoEclesia

 

Achei minha família

16 mai

Eu deveria ter vergonha

14 mai

Não há dia em que possamos fugir da luta pela coerência, a batalha por um estilo de vida que ratifica as nossas palavras. Essa foi uma dificuldade enfrentada pelos homens do passado, e continua sendo um desafio na vida daqueles que hoje decidem seguir Cristo.

No livro de Esdras, vemos que ele enfrentou um conflito íntimo, o qual solucionou optando por agir com coerência. Ao sair da Babilônia rumo à Jerusalém, Esdras havia recebido apoio do rei Artaxerxes. Contudo, em determinado momento de sua jornada, diante de uma situação ameaçadora, Esdras relata a decisão que tomou, e expõe seu conflito:

“Ali, junto ao canal de Aava, proclamei um jejum, a fim de que nos humilhássemos diante do nosso Deus e lhe pedíssemos uma viagem segura para nós e nossos filhos, com todos os nossos bens. Tive vergonha de pedir soldados e cavaleiros ao rei para nos protegerem dos inimigos na estrada, pois tínhamos dito ao rei: “A mão bondosa de nosso Deus está sobre todos os que o buscam, mas o seu poder e a sua ira são contra todos os que o abandonam” (Ed. 8:21-22).

Esdras poderia pedir ajuda ao Rei, mas sua declaração de fé era a de que Deus o protegeria. Portanto, se recorresse a Artaxerxes, não estaria confiando em Deus. Só a possibilidade de ser incoerente já foi suficiente para que Esdras sentisse vergonha. Diante desse exemplo, penso em quantas vezes somos insensíveis à nossa incoerência e quantas vezes convivemos com ela facilmente. Quantas vezes declaramos que Deus é nossa alegria, mas vivemos descontentes enquanto não alcançamos certos sonhos. Aceitamos falar uma coisa, e viver outra. Isso não deveria despertar em nós uma vergonha ainda maior do que a de Esdras diante de possibilidade de ser incoerente? Não é uma contradição chamarmos Cristo de Senhor, enquanto estamos ocupados com nossas próprias vontades? Como podemos ficar insensíveis ao ouvir Jesus dizer: “Nem todo aquele que me diz: ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino dos céus, mas apenas aquele que faz a vontade de meu Pai que está nos céus” (Mt. 7:21).

Aqui fica uma pergunta: como está nossa sensibilidade quanto à nossa incoerência? Ainda somos sensíveis o suficiente para nos envergonhar dela?

Lembremos que Deus nos chama para não termos do que nos envergonhar (II Tm. 2:15). Portanto, que hoje seja um dia de arrependimento, de deixarmos de lado a incoerência, e de abraçarmos de todo o coração o propósito de Deus para nós.

Em Cristo,

Anderson Paz

Twitter: @AndersonPaz
Facebook: https://www.facebook.com/andersonpaz1986

Não quero mais esse peso

11 mai

Quando conhecemos Jesus, nos admiramos com a liberdade que recebemos nEle . Vemos que todas as nossas amarras e limitações podem ser vencidas ao confiarmos nELe e nos entregarmos em suas mãos. Mas, no decorrer do caminho, nos deparamos com as dificuldades e percebemos: ainda existem grandes limites dentro de nós. A batalha em que nos encontramos é muito séria.

É muito importante entender algo nesta batalha. Jesus não apenas retira nosso jugo; ele também o troca. Continuamos a ter um jugo, porém, ele é suave e leve. Este é o jugo que Jesus separou para os que Lhe obedecem. E Paulo nos fala sobre ele em Romanos 6.19:

“Falo isso em termos humanos por causa das suas limitações humanas. Assim como vocês ofereceram os membros dos seus corpos em escravidão à impureza e à maldade que leva à maldade, ofereçam-nos agora em escravidão à justiça que leva à santidade”.

Precisamos nos oferecer em escravidão à justiça que leva à santidade. Esse é o jugo suave e leve que devemos tomar. Se eu não entender plenamente que me tornei, por amor, escravo da justiça de Deus, a vontade de receber meus “direitos” em Jesus sempre será maior em mim do que a vontade de cumprir a vontade de Deus. Nossa luta contra o pecado precisa ser uma luta ferrenha, precisa ser a luta de um servo por cumprir às ordens de seu Senhor. Se já me ofereci como escravo da justiça, meu senso de direito próprio não pode existir. Passa a pesar sobre mim um outro jugo. O jugo de gratidão Àquele que me amou e me deu capacidade para vencer o pecado.

Com isso não há mais lugar para pensar que Deus tem a obrigação de perdoar meus muitos pecados. Quando Ele nos perdoa, não é por obrigação, mas por graça, um favor que não merecemos. Só tendo bem firmado em nosso espírito e coração, poderemos nos posicionar como alguém em batalha contra o pecado. Assim poderemos experimentar o descanso e a paz que seguem os que praticam a justiça.

Que venha santo temor sobre nós para experimentarmos muito mais de Deus em nossa vida diária.

Ana Carolina de Assis Brum Pires

Twitter: @AnaCBrum
Facebook: https://www.facebook.com/carol.deassisbrum

Talentoso, mas incapaz…

9 mai

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