Arquivos | agosto, 2012

O que me falta para obedecer a Deus

31 ago

Em sua carta, Tiago nos ensina que ao planejarmos nosso dia a dia devemos dizer: “Se o Senhor quiser, viveremos e faremos isto ou aquilo” (Tg. 4:15). Certamente o autor não estava preocupado em que usássemos as palavras corretas, como se fossem um ritual. Pois, alguém pode usar as palavras certas, mas com o coração errado. Tiago pretendia nos conscientizar da nossa dependência do Senhor. Com esse discurso, ele almejava alcançar os corações das pessoas que não se rendem à vontade de Deus, e às vezes nem cogitam a intervenção do Senhor em seus planos pessoais.

Considerando que dizer a coisa certa nem sempre revela um coração íntegro, precisamos prestar atenção no mau uso que algumas pessoas fazem das palavras de Tiago, as quais embora expressem dependência de Deus podem, na verdade, disfarçar a covardia de quem as usa. É possível que uma linguagem aparentemente piedosa oculte um coração que foge de suas responsabilidades, transferindo-as para Deus.

Exemplo disso é a questão da santificação. Não podemos dizer que seremos santos, ou que venceremos certo pecado “se Deus quiser” ou “se Deus nos ajudar”, pois já sabemos que a vontade de Deus é que sejamos santos (I Ts. 4:3). Além disso, Ele nos dá tudo o que é necessário para alcançarmos esse alvo: o Espírito Santo habita em nós; a nossa fé que é alimentada pela Palavra e o convívio com a Igreja que nos fortalece. É por isso que a Palavra de Deus não nos diz “Sede santos, se Deus quiser”, mas diz apenas “Sede santos” (I Pe. 1:15,16), pois precisamos estar dispostos a negarmos a nós mesmos, tomarmos a nossa cruz e seguirmos ao Senhor (Lc. 9:23).

Há muitas coisas em nossa caminhada nas quais sabemos qual é a vontade de Deus, e temos a segurança de que Ele nos ajudará. O que nos falta é uma decisão firme de rompermos com a nossa própria vontade e tudo o que nos impede de seguir a vontade do Pai.

Que hoje seja um dia em que você, contando com a graça que o Senhor já te assegurou, e decida romper com os limites que te afastam do propósito de Deus.

Em Cristo,

Anderson Paz e Equipe Conexão Eclésia
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O que fazer com meu dinheiro?

29 ago

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O risco da satisfação

27 ago

É muito bom olhar para o passado e perceber o quanto nossa vida já foi transformada por Cristo. É uma alegria constatar que pecados foram vencidos, limites superados, medos arrancados e feridas foram curadas. Já não somos os mesmos que éramos antes de conhecermos Jesus. Lembrar disso nos traz consolo, além de ser um exercício necessário para despertar em nós gratidão e louvor a Deus. Contudo, se o alvo de nossas vidas não estiver claro em nossas mentes, um exercício tão necessário pode implicar em um grave risco: o de nos acomodarmos no atual estágio de nossa vida cristã.

A transformação que Deus fez em nós pode ser usada como uma desculpa para tolerarmos nossos pecados de hoje. Afinal, ao nos compararmos com quem nós éramos, julgamos que melhoramos muito. Consideramos que já fomos piores, e por isso estacionamos em nossa caminhada. Mas isso é um grave erro, pois a referência com a qual devemos nos comparar não é o nosso passado, mas o Senhor Jesus. Fomos eleitos para sermos semelhantes a Jesus (Rm. 8:28-29). Aquele que diz que está em Cristo, também deve andar como Ele andou (I Jo. 2:6). Se nos compararmos com quem éramos, talvez veremos que avançamos muito, mas se olharmos para o alvo que o Pai tem para nós, perceberemos que ainda temos muito a avançar. E não temos tempo a perder nessa caminhada. Ainda não é tempo de parar.

Não podemos nos acomodar ao ver o quanto já alcançamos em Cristo. Lembrar da obra que Ele fez em nós deve ser um ânimo para seguirmos avançando, pois nos deixa conscientes de que o mesmo poder que operou em nós no passado, continua agindo para vencermos as lutas de hoje. O Espírito Santo continua habitando em nós. Se tivermos uma postura tolerante com o nosso pecado de hoje, entristeceremos o Espírito Santo (Ef. 4:30), e poderemos apagar o poder que trabalha em nossa transformação (I Ts. 5:19).

Portanto, que a lembrança do quanto já avançamos nos impulsione a seguir crescendo em nossa vida cristã. E que a cada dia renovemos nosso compromisso de correr “com perseverança a corrida que nos é proposta, tendo os olhos fitos em Jesus, autor e consumador da nossa fé” (Hb. 12:1-2).

Em Cristo,

Anderson Paz
Twitter: @andersonpaz
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Não é mais uma canção de amor

24 ago

Aproveitando o recente vídeo de Jamê Nobre sobre a adoração, falarei sobre louvor. Acredito que a palavra louvor seja, por muitas vezes, entendida equivocadamente. Muitos interpretam essa palavra como um sinônimo de música para Deus. Porém, a Palavra de Deus não atribui necessariamente este significado a louvor. Para ilustrar esse ponto de vista, seguem algumas versões “alternativas” de alguns versículos que usam esse raciocínio equivocado.

E se ao invés de lermos na Bíblia: “Porque não é aprovado quem a si mesmo se louva, mas, aquele a quem o Senhor louva” (2 Coríntios 10:18). Encontrássemos algo como: Porque não é aprovado quem a si mesmo canta músicas, mas, sim aquele a quem o Senhor canta músicas. Ou ainda se entendêssemos a famosa passagem: “Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste o perfeito louvor?” (Mateus 21:16) Como algo mais ou menos assim: Pela boca dos meninos e das criancinhas de peito tiraste a perfeita música para Deus.

Alguns talvez simpatizassem com a subversão dos versículos, mas isto seria uma distorção grosseira da mensagem de Jesus.

Imagine o problema se trocássemos o famoso provérbio: “Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa será louvada” (Pv. 31:30). Por algo como: Enganosa é a graça, e vã, a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa receberá uma linda canção de amor.

O versículo soaria mais romântico, mas acredito que apenas uma canção de amor neste caso seria muito pouco. Louvor é muito mais profundo que uma canção de amor, pois esta pode vir apenas dos lábios, mas aquele tem que vir do coração. Eis o problema de substituir qualquer palavra da Bíblia. Qualquer substituição pode não somente distorcer, mas diminuir o valor de algo tão sublime e precioso. A Palavra do Senhor nos faz uma convocação, em Hebreus 13.15: “Por meio de Jesus, pois, ofereçamos a Deus, sempre, sacrifício de louvor, que é o fruto de lábios que confessam o seu nome.”

Entendo que o sinônimo mais adequado para a palavra louvor seria a palavra reconhecimento. Gosto muito dessa palavra porque me parece atribuir grandeza a Deus sem necessariamente fazer você imaginar que alguém tenha que tocar um violão ou um piano. E ao mesmo tempo, ela nos remete ao desafio de reconhecer a Jesus em todos os momentos das nossas vidas Seja na tristeza, na tribulação, no deserto, na alegria, na decepção: que em todas as situações haja em nós essa atitude interior de contemplar a Jesus. Inclusive quando estivermos oferecendo músicas para Ele.

No amor de Jesus

Filipe Flexa
Twitter: @FilipeFlexa
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Conteúdo para a vida

22 ago

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Uma oração difícil

20 ago

A maior parte de nós se sente muito a vontade ao orar: “Senhor, não me trate segundo os meus pecados”. Afinal, reconhecemos que somos pecadores por natureza, e que Deus é misericordioso. Mas há uma oração na Bíblia que teríamos muitas dificuldades para fazer. Ela está no Salmo 7:8: “Julga-me conforme a minha integridade” (Sl. 7:8).

O que nos leva a ter dificuldades em fazer a segunda oração? Para alguns ela pode parecer presunçosa, pois Paulo nos diz: “aquele que julga estar firme, cuide-se para que não caia!” (I Co. 10:12). Mas, não acredito que nossa dificuldade resida nisso, pois Paulo também nos ensina que devemos ter uma avaliação sobre nós mesmos, se estamos na fé ou não (II Co. 13:5). A advertência aos que pensam estar firmes, não nos isenta de termos uma avaliação sobre nós mesmos, mas serve como um alerta sobre a nossa vigilância.

Outras pessoas podem ter dificuldade ao fazer a oração do Sl. 7:8 por pensarem que ela está em contradição com o Novo Testamento, que nos ensina que somos salvos pela graça (favor imerecido) e não por nossas boas obras. Contudo, não creio que essa seja a causa da nossa dificuldade, pois não aparece no Novo Testamento exemplo algum de que a graça nos exime de sermos íntegros. Pelo contrário, só alguém com coração íntegro pode desfrutar plenamente da graça de Deus.

Acredito que nossa dificuldade está na incerteza se seremos aprovados por Deus se Ele nos julgar segundo nossa integridade. Temos medo da reprovação.

Integridade é a qualidade daquilo que é inteiro, pleno. Precisamos abrir nossos olhos e enxergar que a integridade é indispensável na vida daqueles que são salvos pela graça, pois ela é condição para desfrutarmos plenamente dos favores imerecidos. Recebemos a graça por meio da fé, mas é preciso crer com um coração íntegro, ou seja, de crer de todo o coração (At. 8:36,37).

Ser íntegro é não ser dividido. E Jesus deixou claro que não se pode ter coração dividido. Ninguém pode servir a dois senhores (Mt. 6:24). Não podemos servir ao Senhor e ser escravo de sonhos pessoais.

Uma pessoa íntegra não admite viver uma vida dupla, em que se preocupa mais com sua imagem diante dos homens do que com a realidade de seu coração diante de Deus. Ser íntegro não significa não ter erro algum, mas é ter coragem para admiti-los, confessar suas misérias, se reconhecer necessitado da graça e tomar a decisão de mudar. Precisamos ter coerência entre o que parecemos ser e o que realmente somos. Aqueles que tentam proteger sua imagem, ocultando seus pecados, não possuem um coração íntegro, e se privam da graça de Deus.

Não aceite viver sem integridade. Entregue-se totalmente ao Senhor, e que as suas atitudes correspondam à oração “Cria em mim um coração puro e renova um espírito reto” (Sl. 51:10).

Em Cristo,

Anderson Paz
Twitter: @andersonpaz
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Chapolin Colorado e o meu ego

17 ago

Como alguns episódios de Chapolin puderam ser úteis para entender o que agrada a Jesus?

Você talvez já tenha ouvido a frase “Que Cristo cresça e eu diminua”. Mas, vamos lá. O que isso significa afinal de contas? Preciso admitir que, apesar de crer que esta não é uma frase difícil de entender, tive dificuldade para captar seu sentido prático quando a li pelas primeiras vezes. Eu até cheguei a pensar em algo como, Jesus ocupar mais do que eu o lugar de Dono da minha vida. Mas, sempre ficava a questão: como é que, na prática, Jesus cresce em minha vida?

Mesmo que soe engraçado, eu preciso admitir: uma das imagens que me ocorre quando leio esta passagem é uma cena do famoso seriado mexicano Chapolin Colorado. Os familiarizados com o personagem vão lembrar que em alguns episódios o famoso “Vermelhinho” tomava suas “pílulas de nanicolina”. Instantaneamente o personagem encolhia e adquiria poderes que lhe possibilitavam vencer o adversário da forma mais inusitada possível. Esse era o Chapolin com o qual muitos se familiarizaram.

Eu sei que a ilustração é incomum, mas acompanhem meu raciocínio. Jesus, durante seu ministério, indicou um recurso que não apenas faz com que diminuamos, como também faz com que Ele cresça em nossas vidas. Sim, é possível “alimentar” o Espírito de Cristo em nosso interior. Aliás trata-se de algo que devemos fazer mais e mais se queremos ver sua Vida crescer dentro de nós. Veja o que Jesus disse que era sua comida:

“[Jesus], porém, lhes disse: Uma comida tenho para comer, que vós não conheceis. Então os discípulos diziam uns aos outros: Trouxe-lhe, porventura, alguém algo de comer? Jesus disse-lhes: A minha comida é fazer a vontade daquele que me enviou, e realizar a sua obra” (João 4:32-34).

A dieta de Jesus sempre foi fazer a vontade do Pai. Hoje Jesus segue sendo o mesmo, Ele não mudou: seu alimento ainda é ver vontade do Pai ser cumprida. Sendo assim, cumprir a vontade de Deus é a forma que temos de fazer Cristo crescer em nós. Não creio que a vontade do Pai seja novidade para a maioria dos que querem ser discípulos de Jesus. Conhecemos sua ordem de amar a Deus, amar o próximo ou que façamos discípulos. O que nos falta, na maioria das vezes, é compreender que seu Reino só chega a nossas vidas quando cumprimos sua vontade, em obediência total aquilo que Ele nos ordenou.

Toda vez que nos rendemos à vontade de Deus, nosso ego toma uma verdadeira “pílula de nanicolina”. Mas, à semelhança do que acontecia com o Chapolin, essa redução precisa ser constantemente renovada. A obediência precisa ser uma escolha diária para que Cristo continue a crescer em nós. Caso contrário, tudo o que teremos para oferecer ao mundo com nossas vidas não passará de uma caricatura barata e mal feita de Cristo. Aliás, sem a menor graça.

No amor de Jesus,

Filipe Flexa
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Casamento: um campo a semear (parte 04)

15 ago

O caminho para o lado sombrio

13 ago
Uma conversa entre mestre Yoda e Jeroboão.

No filme Star Wars (Episódio III), há um interessante diálogo no qual mestre Yoda faz o seguinte alerta a Anakin Skywalker: “o medo de perder é o caminho para o lado sombrio da força”. Naquele momento Anakin estava sendo conduzido pelo medo de perder a vida de Padmé, sua amada. E cada vez mais Anakin se aproximava do chamado Lado Sombrio, até que veio a tornar-se Darth Vader.

Se Yoda fosse real, poderia dirigir o mesmo alerta a um rei israelita chamado Jeroboão.

Após a morte do rei Salomão, dez das doze tribos de Israel não aceitaram o reinado de seu filho, e por isso aclamaram Jeroboão como seu rei, formando um reino conhecido como Reino de Israel. O filho de Salomão seguiu reinando apenas sobre as tribos de Judá e Benjamim, num reino conhecido como Reino de Judá.

A Bíblia nos assegura que Deus levantou Jeroboão como rei, pois o Senhor lhe disse: “Quanto a você, eu o farei governar tudo o que o seu coração desejar; você será rei de Israel” (I Rs. 11:37).

Apesar de levantado por Deus, não demorou muito para que Jeroboão começasse a ter medo de perder o reino. Ele temeu que o povo, enquanto fosse a Jerusalém (capital do Reino de Judá) para oferecer sacrifícios no Templo, dedicasse novamente sua lealdade ao seu antigo rei. Então, a fim de manter em suas mãos o que havia recebido de Deus, Jeroboão cometeu uma terrível abominação: fez dois bezerros de ouro, e disse ao povo que não precisava mais ir à Jerusalém, pois aqueles bezerros eram os deuses que o havia libertado do Egito. Jeroboão construiu altares, designou sacerdotes, instituiu festas a esses falsos deuses. Movido pelo medo de perder o reino, Jeroboão foi para o lado sombrio, ou seja, desagradou o Senhor. E logo recebeu a seguinte palavra do profeta: “O SENHOR, porém, suscitará para si um rei sobre Israel, que eliminará, no seu dia, a casa de Jeroboão. Que digo eu? Há de ser já” (I Rs. 14:4). E assim a palavra do Senhor se cumpriu.

O que aprendemos com essa história? Aprendemos que aquele a quem Deus levanta é o próprio Deus quem sustenta, e as promessas que Ele faz são cumpridas, sem que para isso precise da força ou dos métodos humanos. Não podemos ceder à tentação de usar meios humanos para garantir o que Deus nos deu ou nos prometeu. Aquele que foi levantado por Deus ou que tem uma promessa do Senhor precisa tão somente guiar-se pela vontade de Deus, nada mais. Basta tão somente guardar a palavra do Senhor.

Em Cristo,

Anderson PazAnderson Paz 
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Ver Deus é algo simples

10 ago

Ver a glória de Deus é uma experiência mais simples do que muitos imaginam, pois trata-se de uma decisão. Quem decide ver a glória de Deus consegue enxergá-la nas coisas simples e pequenas da vida. Basta fazer a escolha certa em cada situação, ou seja, decidir ver Deus em tudo, mesmo quando as coisas não estão de acordo com nossos planos.

Um dia nublado pode significar a frustração dos planos de ir à praia. Mas para quem fez a escolha certa, um dia nublado é uma demonstração da glória de Deus, pois Ele é tão grande, que as nuvens são comparadas à poeira de Seus pés (Na. 1:3).

A chuva pode ser um motivo para reclamações. Mas para quem fez a escolha certa, a chuva é um testemunho que Deus dá de Si mesmo. Ele mostra sua bondade nos dando chuva do céu e colheitas no tempo certo (At. 14:17).

Um trovão pode ser visto como um mero fenômeno natural. Mas para quem fez a escolha certa, o trovão é uma lembrança da poderosa voz de Deus (Sl. 29:3).

Precisamos ver a glória de Deus nas coisas simples do nosso cotidiano. Quem não se exercita nisso, dificilmente conseguirá ver a mão de Deus nas situações mais difíceis, como nos momentos de dor e sofrimento.

Precisamos exercitar nossa certeza de que “todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus”. E esse exercício é feito pela nossa escolha diária de louvarmos a Deus em tudo, e mesmo quando não entendemos o porquê de cada situação, decidimos seguir confiando no Deus que usa todas as coisas para nos fazer mais parecidos com Jesus (Rm. 8:28-30).

Faça a escolha certa. Decida ver a mão de Deus.

Em Cristo,

Anderson Paz
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